• -Eu sinto um vazio...

    Mas um vazio que aperta, que chega a machucar...e que dói muito.

    Um vazio que mesmo sem nada, não cabe em mim...

     

    Acho que é o espaço que era todo seu...

    e a saudade tomou conta....

    Nayara C.

    (OJDS lembrando AVR)


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  • -" Um dia você aprende que promessas não são contratos"

     

    Sinto um vazio dentro de mim

    algo que não consigo explicar

    ainda penso em você

     

    Não consigo te esquecer

    mas como você desapareceu

    também não vou te procurar.

     

    Como pode alguém amar e depois querer o distanciamento?

    Como pode alguém prometer tanto e depois na primeira oportunidade desaparecer sem deixar rastros?

     

    Como dizia meu grande amigo Willian Shakespeare

    " Um dia você aprende que promessas não são contratos"

    quem dera fossem...

     

    (OJDS lembrando AVR)


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  • -"Um abraço comovido foi o nosso adeus no comboio. Sabíamos que não nos veríamos mais, senão por acaso. Mais que isso: que não deviamos nos rever.l E sabíamos também que jamais deixariamos de nos amar...

    (Despedida de A.V.R e O.J.D.S. na estação do comboio)


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  • -Dói ver quem ama indo embora. A expectativa é correr atrás e dizer: “Fica comigo por favor.” Mas a realidade nem sempre é assim. É ficar parada, deixar ir, sofrer e tentar esquecer.

    (recordação da despedida de A.V.R no comboio)


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  • -Tenho Fome da Tua Boca

     

    Tenho fome da tua boca, da tua voz, do teu cabelo, 

    e ando pelas ruas sem comer, calado, 

    não me sustenta o pão, a aurora me desconcerta, 

    busco no dia o som líquido dos teus pés. 

     

    Estou faminto do teu riso saltitante, 

    das tuas mãos cor de furioso celeiro, 

    tenho fome da pálida pedra das tuas unhas, 

    quero comer a tua pele como uma intacta amêndoa. 

     

    Quero comer o raio queimado na tua formosura, 

    o nariz soberano do rosto altivo, 

    quero comer a sombra fugaz das tuas pestanas 

     

    e faminto venho e vou farejando o crepúsculo 

    à tua procura, procurando o teu coração ardente 

    como um puma na solidão de Quitratue. 

     

    Pablo Neruda,


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